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Capoeira vira Patrimônio Cultural brasileiro

Em um Palácio Rio Branco cercado por aproximadamente 20 grupos de capoeira da Bahia, do Rio e de Pernambuco, no centro de Salvador, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) acolheu por unanimidade, na tarde desta terça (15), o pedido de registro da capoeira como Patrimônio Cultural brasileiro, feito pelo Ministério da Cultura. É o ponto alto de uma história repleta de altos e baixos. "Não se pode esquecer que a prática foi, por muitos anos, considerada crime pelo Código Penal", lembra a historiadora e capoeirista Adriana Albert Dias. "Hoje, é um símbolo nacional espalhado pelo mundo."

Extraído de Folha Online: http://viagem.uol.com.br/ultnot/agencia/2008/07/15/ult4597u652.jhtm>

Escrito por arteorixa@gmail.com às 07h56
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Arte Orixá de Sérgio Rodriguez - RGS

"Ao passo em que  me aproximava da natureza e seu equilíbrio natural, mergulhava na cultura do Batuque, (assim chamado no sul o candomblé).Desenho, natureza e divindades do Batuque.Esta é a temática da exposição Orixás.A cultura afro tornou-se constante em minha vida, (hoje sou um dos responsáveis pela criação de arte de uma escola de samba) me apaixonei e me envolvi com ela. Vi no batuque a harmonia e equilíbrio, que já havia encontrado nas linhas do desenho e observado na natureza.A exposição Orixás e uma reverencia a uma "cultura" que descobriu a muito o que descobri a pouco.Hoje sou crente de seu poder, e ao retratar as divindades do batuque retrato a minha nova fé. Fé nas divindades que regem com equilíbrio um mundo em que insistimos em desiquilibrar." Sérgio Rodriguez, artista plástico.

A exposição Orixás pode ser vista até 26 de abril,de segunda a sexta, das 14 as 18h e sábados das 10 as 13h.

Endereço: Rua São Manoel - 285, Bairro Rio Branco - POA/RS, CEP:90620110, Fone: 51-33339044, E-mail: artefatogaleria@gmail.com

Nota extraída do Blog Arte&Fato  http://artefatogaleria.blogspot.com/



Escrito por arteorixa@gmail.com às 15h42
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VOLTAREMOS COM NOVOS POSTS EM FEVEREIRO 2008

FELIZ 2008

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OBRIGADO POR VISITAR O BLOG


Escrito por arteorixa@gmail.com às 06h50
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PATRIMÔNIO Revista Eletrônica do Iphan

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A revista Patrimônio é uma realização do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas (Labjor/ Unicamp) e do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Entre os principais objetivos da publicação está divulgar o patrimônio artístico e cultural brasileiro; refletir e debater a importância da história e da memória para a identidade nacional; e noticiar os trabalhos e ações do Iphan em favor do patrimônio cultural brasileiro.

Leia algumas materias sobre a cultura afro-brasileira

PATRIMÔNIO REVISTA ELETRÔNICA DO IPHAN

Línguas do Brasil
REPORTAGENS
Quando os deuses se materializam
Religiões em constante ameaça
Território negro

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As baianas do acarajé
Nas rodas de samba

ARTIGOS
Quilombos e patrimônio
Adler Homero Fonseca de Castro
Jongo, patrimônio imaterial brasileiro
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular


Escrito por arteorixa@gmail.com às 11h25
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Entrevista com TATTI MORENO , escultor do Monumentos aos Orixas, Dique do Tororo, Salvador

Como lhe ocorreu a idéia de expor orixás Brasil afora?
O Dique do Tororó marcou o cartão postal de Salvador. Em 2000 eu
comemorei 30 anos de carreira artística e o MAM, através de Heitor Reis,
sugeriu que fizéssemos uma retrospectiva do meu trabalho. Aí eu resolvi
fazer uma exposição itinerante em lagos e lagoas que foi a maior exposição
itinerante no mundo. Nunca houve uma exposição no mundo inteiro com estas proporções.
continue a leitura http://www.maisbahia.com.br


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Conheca a historia das esculturas e a exposicao que viajou o Brasil (link acima)

Escrito por arteorixa@gmail.com às 09h17
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AYOM RECORDS - LANCAMENTO

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AYOM LONAN, o Caminho dos Tambores.
MESTRE OBASHANAN
Album/CD
Música sacra afro-brasileira


“Já há alguns anos que são inúmeros os pedidos ao mestre Obashanan para que gravasse os toques sagrados de terreiro. Assim, pela primeira vez, ele traz ao público da música sacra-brasileira os 22 ritmos sagrados utilizados por dentro dos rituais dos templos do Brasil. De forma didática, cada um dos toques é esclarecido no encarte e este é o primeiro de uma série de discos que apresentará os ritmos sagrados de todas as regiões do país.”

Texto extraído do blog Ayom: Música e Espírito (link abaixo)

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Conheça mais e Compre o album http://acervoftu.blogspot.com/

Escrito por arteorixa@gmail.com às 00h22
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LANÇAMENTO Editora Landy: CONTOS POPULARES DE ANGOLA

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Photo Sharing and Video Hosting at PhotobucketLiteratura de Angola em idioma Português:
Texto extraído da Apresentação do livro:

A área linguística do quimbundo compreende a primitiva nação angolana, que era limitada a Oeste pelo Atlântico; a Norte, pelos riios Dande (Ndanji) e Susa; a Leste pelo Cuango; e ao Sul pelo rio Longa e a linha de fronteira entre as tribos Lubolo e Mbalundu. Os dialetos de Luanda e de Ambaca formam a base literária do quimbundo.


Este livro compreende contos populares angolanos originados do folclore quimbundo. São contos que surpreendem pelo tom diferenciado daqueles que estamos acostumados a ver em contos de expressão oral. Muitos deles ultrapassam a própria fantasia dos contos orientais, tal a peculiaridade revelada na imaginação, nos personagens e no modo de narrar.


J.Viale Moutinho


Organizador: JOSE VIALE MOUTINHO
ISBN:8587731181
LANDY EDITORA
112 páginas
R$ 20,00

VISITANTES DO BLOG ARTE ORIXÁ TÊM 20% DESCONTO NA COMPRA POR TELEFONE 11 3361-5380

http://landy.com.br



Escrito por arteorixa@gmail.com às 18h01
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MADE IN AFRICA - Luís da CÂMARA CASCUDO

Em 1965, Cascudo parte em missão de pesquisa e estudo em direção ao continente africano, dedicando especial atenção às regiões de colonização portuguesa. Nessa época, Cascudo preparava uma obra, a História da alimentação no Brasil, e havia a necessidade de verificar, no próprio terreno, a contribuição africana para a alimentação brasileira. Dessa viagem resultou também o Made in África.

FICHAMENTO

Capítulo I: O mais popular africanismo no Brasil (p.11-17)

• Nesse capítulo, Cascudo discorre sobre a banana, para ele o mais popular dos vocábulos africanos no Brasil (p. 11). Acredita na existência de um folclore da banana e procura mostrar não apenas a origem geográfica do fruto e o itinerário até o Brasil mas em que idioma o termo se originou
• Faz referência aos relatos e estudos de viajantes, teólogos, botânicos, sobre a fruta desde os primeiros anos da descoberta do Brasil até a atualidade.
• Termina o capítulo com as palavras de Casimiro de Abreu que ao saudar um visitante que chegava ao Brasil, cita as bananeiras como ornamento tradicional brasileiro, não palmeira, caju ou pau-brasil.

Capítulo II: Sereias de Angola (p. 18-24)

Epígrafe:
Quianda mutu, mutu Quianda. A sereia é gente, gente é sereia.
• Cascudo mostra o aculturamento do water genius com as sereias e a originalidade dessas personagens.
• Faz referência ao culto de Iemanjá, aproximando-o ao da sereia Kianda.

Extraído de Ementa por Camila Lembo, continue a leitura e veja o fichamento completo do livro Aqui

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ISBN: 8526006878
Editora: GLOBAL
Número de páginas: 190
Encadernação: Brochura
Edição: 2001
Onde Comprar SICILIANO


Escrito por arteorixa@gmail.com às 09h23
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GRUPO QUIBUNDO - Angola > Brasil > Portugal

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Domina uma vasta extensão entre o mar e o rio Cuango. A sua formação apresenta-se confusa, talvez posterior ao século XV. É fruto de muitos cruzamentos. Os antigos Quimbundos foram notáveis organizadores de estados e contam na sua história afamados sob os guerreiros. Sob a autoridade de um Ngola (rei), os portugueses instituíram no século XVI o reino de Angola.
Nas ilhas que circundam Luanda, comunidades quimbundas fizeram da pesca o seu material e espiritual modo de vida, mormente os Maxilunda. Os Luanda, no seu profundo gosto pelos festejos carnavalescos, expressam a sua ancestral propensão para aparatosos espetáculos folclóricos e cultivaram em tempos, na ilha de Luanda, um culto a sereia (Kianda). As populações quibundas do litoral encontram-se muito integradas no tipo de vida ocidental, participando activamente em variadíssimos sectores da vida nacional.

VEJA TAMBÉM

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Palavras de origem Bantu inseridas no Português


Escrito por arteorixa@gmail.com às 08h53
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OS POVOS BANTU - Angola

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O termo bantu aplica-se a uma civilização que conserva a sua unidade e foi desenvolvida por povos de raça negra. O radical "ntu", comum em muitas línguas bantu, significa pois, homens, seres humanos.
Os banto, além do nítido parentesco linguístico conservam um fundo de crenças, ritos e costumes similares, uma cultura com traços específicos e idênticos que os assemelha e agrupa, independentemente da identidade racial. Os banto caracterizam-se culturalmente por uma tecnologia variada , escultura de grande originalidade estilística, um somatório de conhecimento empíricos notáveis e por uma literatura orla, densa e interessante, de notável expressão intelectual.
As línguas actualmente faladas em Angola são por ordem de antiguidades: bosquímana, a banto, e a portuguesa. Das três, apenas a língua portuguesa possui forma escrita. As línguas banto apresentam unidade genealógica. Homburguer, "eminente banturista" afirma que o primeiro ponto adquirido no domínio da linguística comparada foi a unidade do grupo bantu. Cita ainda, a propósito da história do conhecimento desta unidade, que os primeiros viajantes portugueses tinham constatado poderem os naturais de Angola comunicar os da costa de Moçambique.
Os bantu angolanos repartem-se por nove grandes grupos etnolinguísticos:
Quicongo, Quimbundo, Lunda-Quioco, Mbundo, Ganguela, Nhaneca-Humbe, Ambó, Herero e Xindonga: que por sua vez se subdividem em cerca de uma centena de subgrupos, tradicionalmente designados por tribos.

Texto adaptado e fotos extraídas de Consulado Geral de Angola

Escrito por arteorixa@gmail.com às 08h44
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Panelafro – 30 novembro 2007

Evento de manifestação popular
Apresenta


Banda de pífano de caruaru
(participação especial)
Compania do ere (afro infantil)
Tok boys
(percussão corporal)
B.valente /mk e os manos/H2D/ versão popular
CHemacal funk
(Another round) hip hop dance
Espirito de zumbi (afro infantil)
Band´doido (samba & teatro)
Banda preto soul (black music & soul)
ciranda, samba de côco, maracatu, samba de roda, afoxé, cangira, capoeira...

sexta - 30/11 - à partir das 19h00
prato típico:(gratuito)
local : casa popular de cultura m´boi mirim
av.inácio dias da silva, s/n - piraporinha
informações 5515-6158 83532351 (gilberto arákúnrin)
entrada franca


Escrito por arteorixa@gmail.com às 07h38
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Território do JONGO

Jongo é uma manifestação folclórica, dança e música, de origem banto, do mesmo tronco do batuque, ambos ancestrais do samba de raiz, que resiste em alguns pontos do Vale do Paraíba. É também um ritual de magia, no qual os participantes homenageiam seus antepassados.

Ocorrência:
Cunha, Lagoinha, Pindamonhangaba, São Luís do Paraitinga, Taubaté.



CONHEÇA O Website do GRUPO CULTURAL JONGO DA SERRINHA

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BAIXE O CD JONGO DA SERRINHA [atualmente esgotado]

Escrito por arteorixa@gmail.com às 18h47
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O RITMO do JONGO – Ancestral do SAMBA

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JONGO é uma palavra oriunda do quimbundo, língua Banto (Angola) . É um rítmo que chegou ao Brasil-colônia, com os negros trazidos como escravos para o trabalho nas fazendas de café do Vale do Paraíba.

Os bantos são membros de uma grande família etnolinguística dos escravos chamados angolas, congos,cambindas, benguelas e moçambiques e foram os primeiros escravos que chegaram ao Brasil.

A dança do Jongo é de intenção religiosa-fetichista, podendo ser considerada afro-brasileira. É uma coreografia de roda, com movimentos circulares no sentido contrário aos dos ponteiros do relógio. Dança-se ao som de dois tambores: um grande“tambu”, outro pequeno, “candongueiro”; de uma “puíta”ou “cuíca”. Usam também “guaiás”(chocalhos).

Os jongueiros procuram vencer um ao outro num desafio, através dos “pontos” do jongo. A dificuldade reside no texto dos pontos, pois são todos enigmáticos e metafóricos.

Trecho do artigo
A LINGUAGEM CIFRADA NOS “PONTOS” DE JONGO

Maria Vergínia Chambela Costa (UCB) continue a leitura

Escrito por arteorixa@gmail.com às 18h35
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Gilberto Freyre em exposição

No aniversário de vinte anos da morte do sociólogo, o Museu da Língua Portuguesa apresenta exposição em que o que conta são as marcas de estilo do autor de Casa-grande & Senzala

Gilberto Freyre - O Intérprete do Brasil
Museu da Língua Portuguesa www.museudalinguaportuguesa.org.br
Estação da Luz, s/nº, São Paulo. (11) 3326-0775.
De 27 de novembro a maio de 2008.
Terça a domingo, das 10h às 17h
Ingresso: R$ 4. Gratuita até 10 anos, e professores
do ensino público. Sábados, grátis

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LEIA mais sobre Gilberto Freyre

A senzala fez o idioma
A Linguagem usada por sociólogo morto há vinte anos virou pretexto para crítica a sua obra
por Fátima Quintas Revista Lingua

ENTENDA A OBRA "CASA GRANDE E SENZALA" E SUA IMPORTÂNCIA
Folha Explica Casa Grande e Senzala, por Roberto Ventura

Gilberto Freyre é o mais amado e odiado escritor brasileiro. Casa-Grande & Senzala, seu principal livro, é uma das obras mais polêmicas já publicadas no país. Monteiro Lobato comparou o seu lançamento em 1933 com a fulgurante aparição do cometa Halley nos céus. Jorge Amado saudou o livro como uma revolução, que deslumbrava o país, ao falar dele como nunca se falara antes. O ensaio de Freyre foi aclamado como uma ruptura nos estudos históricos e sociais tanto pelo tema --a formação de uma sociedade agrária, escravocrata e híbrida-- quanto pelas idéias, como a valorização do escravo negro e da cultura afro-brasileira, mas sobretudo pela linguagem, fortemente oral e coloquial, avessa a qualquer ranço acadêmico ou jargão especializado.
veja o livro Aqui

Escrito por arteorixa@gmail.com às 04h34
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PROGRAMAÇÃO MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA - MUSEUS

PINACOTECA DO ESTADO DE SAO PAULO

A Pinacoteca celebra o Mês da Consciência Negra com duas novas exposições de fotografia Curadoria de Diógenes Moura.
Em cartaz até 30 de janeiro de 2008.

PARA COBRIR O SILÊNCIO
Marcelo Rangel – A mostra, que conta com 45 imagens em cores e preto e branco, entre dípticos e trípticos, busca aprofundar o diálogo entre arte e religiosidade na linguagem fotográfica contemporânea. Registrando detalhes de rituais e seguidores do candomblé, a série de Marcelo Rangel capta as nuances do sincretismo religioso afro-brasileiro, sua dimensão simbólica e mítica, sua visão da polaridade cultural que se estabelece – que, ao mesmo tempo em que congrega, ilumina as diferenças.

VÃO DE ALMAS
Renan Cepeda – A série exposta reúne 35 retratos em cores realizados entre 2005 e 2007. Trata-se de um delicado registro da identidade Kalunga, comunidade de descendentes de quilombolas assentada no norte de Goiás, em trecho especialmente inóspito da Chapada dos Veadeiros. Os retratos de Renan Cepeda revelam a gradual dissolução da cultura africana cultivada pelo kalungas e de seu modo de vida original.


Pinacoteca do Estado
Praça da Luz, 2 - Luz - São Paulo/SP
Fone: (11) 3324-1000
Funcionamento: De terça a domingo, das 10h às 17h30
Entrada: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)
Grátis aos sábados
Visitas Monitoradas: Ligar no telefone 3227-1655 e agendar visita



Escrito por arteorixa@gmail.com às 05h01
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